quinta-feira, 19 de maio de 2016

Está Interessado ou Comprometido? Quer Mesmo Ser um Apresentador Que Fala Por Si?



Na publicação “Quer mesmo ser um Apresentador Que Fala Por Si?” abordámos genericamente a importância do compromisso (commitment) para que se atinja o sucesso ou, neste caso para que possamos ser um Apresentador Que Fala Por Si.
Estar comprometido é bem diferente de estar interessado. É muito mais do que isso! E é essa diferença que pode determinar o sucesso ou a... normalidade. Com base numa publicação que li, criei estes exemplos para o ajudar a perceber se está interessado ou comprometido em ser um Apresentador Que Fala Por Si:
  1. Se lê um artigo ou publicação (como esta) revela interesse da sua parte. Se aplica os conhecimentos que adquire isso já se considera compromisso. Os conceitos podem ser adquiridos pela leitura mas as competências não. Há que treinar, há que praticar! Note que dificilmente se fica magro por se ler uma dieta ou por se conhecer com detalhe o valor energético dos alimentos, não é verdade? Não aplique esse conhecimento e verá os resultados…
  2. Se dedica algum tempo à temática das apresentações, isso revela, de facto, interesse. Se, por outro lado, dedica muito do seu tempo livre ou empenha toda a sua energia a procurar ser um “Apresentador Que Fala Por Si”, aí sim, é compromisso. Se treina quando pode, sem método, dificilmente fará uma maratona…
  3. O interesse é “aliado” da procrastinação enquanto o compromisso leva à ação, e a focar-se naquilo que é realmente importante. Se tem interesse em emagrecer, começa amanhã. Se está comprometido, começou ontem, hoje vai ao nutricionista, começa a fazer exercício, etc.
  4. O interesse encontra desculpas (não nasci para ser um “Apresentador Que Fala Por Si”) enquanto o compromisso encontra soluções, procura competências e, claro, age!
Olhando para si, sente-se interessado ou comprometido? Quer Mesmo Ser um Apresentador que Fala Por Si?

terça-feira, 10 de maio de 2016

Já "Shazou"? Eu já e... gostei!

Apresentador Que Fala Por Si está sempre atento, sempre inquieto por melhorar a sua próxima intervenção. E hoje temos a vida facilitada porque a tecnologia assim o permite.
Se vê uma imagem que quer mostrar, fotografa com o telemóvel. Se precisa de gravar o som de algo, grava com o telemóvel. Se escuta uma música perfeita para integrar na sua apresentação mas não sabe o nome e tem receio de a cantarolar a quem o possa auxiliar, o telemóvel também ajuda… se tiver a app SHAZAM instalada, claro. Experimente!

http://www.shazam.com/pt 

domingo, 8 de maio de 2016

Quer mesmo ser um Apresentador Que Fala Por Si?


Se a resposta é “sim”, sugiro que pense melhor. Se ainda assim está determinado e responde mais convictamente “SIM”, fico mais satisfeito, mas talvez seja melhor voltar a perguntar-se se quer mesmo ser um Apresentador Que Fala Por Si. Se, agora, responder “SIM, QUERO” (onde é que eu já ouvi isto!?!?!?) então talvez lhe interesse continuar a ler este artigo.

Na verdade, sabemos que o Compromisso é um dos fatores associado ao sucesso dos atletas que participam nos Jogos Olímpicos (ver Gould & Maynard, 2009) e é, também, um dos sete elementos que compõem A Roda da Excelência, de Orlick.

A parte boa (e má) do Compromisso é que depende apenas de nós. Má!? Porquê? Porque, de acordo com António Damásio, “os cérebros inteligentes são preguiçosos”. Ou seja, se conseguirem fazer mais com menos esforço, não hesitam, pois, deste modo, poupam energia que pode ser necessária a qualquer momento. Por exemplo: sabemos que o treino de uma apresentação (tal como de uma peça de teatro), é essencial. No entanto, o cérebro é capaz de nos dizer “não treines, não é necessário. Vai correr tudo bem. Perdes a espontaneidade, etc.”, com o intuito de poupar energia. Apesar de poder parecer, esse não é o melhor caminho para o sucesso.

Voltemos, então, ao verdadeiro compromisso.
Segundo Orlick, o compromisso é um dos ingredientes essenciais quando se procura a excelência. Para se notabilizar em algo, necessitará de um nível elevado de dedicação, autodisciplina, paixão, alegria ou amor pelo que faz. Deverá estar verdadeiramente comprometida consigo mesmo para ser o melhor que conseguir e, de um modo contínuo, lutar para ser cada vez melhor e fazer contributos significativos.

Defende o autor que “o primeiro elemento da excelência é o compromisso para se notabilizar, se superar, fazer tudo o que é necessário para se diferenciar, desenvolver as ligações mentais, físicas e técnicas para a excelência, definir objetivos pessoais claros e persegui-los exaustivamente, persistir perante obstáculos e dar tudo o que tem e consegue dar.”
Acreditando que o Compromisso é fundamental para o desenvolvimento da Excelência enquanto apresentador, pergunto:
  1. O que tem feito para se notabilizar / diferenciar/ superar?
  2. Visando a excelência, que trabalho tem feito ao nível mental, físico e técnico?
  3. Que metas e objetivos estabeleceu? O que tem feito para os alcançar? Como monitoriza esses objetivos?
  4. Como tem reagido perante os obstáculos que lhe aparecem?
  5. Tem a consciência tranquila de que tem feito tudo o que está ao seu alcance para ser um Apresentador Que Fala Por Si?

Deixo-o refletir e voltarei, em breve, a este assunto!

Gould, D., & Maynard, I. A. N. (2009). Psychological preparation for the Olympic Games. Journal of Sports Sciences, 27(13), 1393–1408. doi:10.1080/02640410903081845

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Procura uma alternativa ao PowerPoint?

O PowerPoint é, sem dúvida, a opção mais utilizada quando se pretende fazer uma apresentação eletrónica. Uma alternativa que ainda não me convenceu, mas que pode revelar-se útil para si, é o VISME
A imagem seguinte, retirada do blogue onde poderá encontrar muitas informações e tutoriais, compila as principais vantagens de se utilizar o VISME.
Não sendo um utilizador experimentado, destacaria a possibilidade de se elaborarem infografias e de se ter acesso a dados de utilização. Pela negativa, o método de trabalho que, aceito, possa derivar do meu insuficiente conhecimento da ferramenta. Sugiro, no entanto, que, como em muitas outras coisas da vida, experimente e faça a sua própria avaliação.



quinta-feira, 21 de abril de 2016

E quando a tecnologia não "colabora"?

Quando se utiliza tecnologia (ou um simples equipamento), pode acontecer que tudo funcione sem qualquer problema, que é o que se espera, que algo não funcione (acione o plano b) ou que nada funcione (ative o plano c!).

O principal é mesmo não desesperar em frente à audiência...


... e, se possível, manter o estilo!


Foi isto que tentei fazer numa apresentação recente, em que algo não funcionou bem.

O que sucedeu?

1. Já tinha utilizado várias vezes esta tecnologia (sistema online de votação), em diferentes contextos, com um número reduzido de participantes e com um significativo número de participantes.
2. Tinha testado na véspera e tudo funcionou normalmente.
3. Testei na manhã do dia do evento e... tudo 100%.
4. Testei antes da minha apresentação e... super!
5. Comecei a apresentação... pedi aos participantes para votarem e o número de votos começou a surgir no ecrã.
6. Quando terminou a votação e tentei avançar para o diapositivo seguinte... o computador bloqueou.
7. Mantenho a calma.
8. Brinco com o facto de até as apresentações feitas pela Microsoft terem problemas.
9. Não desisto.
10. Enquanto reinicio o PowerPoint e a apresentação, recordo um epsiódio que me aconteceu:

  • Ia ministrar uma formação sobre técnicas de apresentação. Tudo a postos. Pelo sim, pelo não, levo o portátil da minha mulher e coloco toda a apresentação num disco rígido. Peço, ainda, que a entidade organizadora tenha um portátil disponível.
  • Chego cedo, como habitualmente. O meu computador que tinha funcionado bem na véspera nem sequer inicia. Parece morto!
  • Aliviado, e até algo orgulhoso, por ter um outro computador disponível, ligo o portátil da minha mulher. Surpresa... não liga! 2ª morte do dia? Nem quero acreditar.
  • Só me faltava que o portátil da entidade organizadora não funcionasse. Mas funcionou! Também seria azar a mais...
  • A formação inicia-se a horas e decorre sem qualquer problema.
  • Chego a casa e tento ligar o meu portátil. Ligou! Renasceu?
  • Experimento o da minha mulher e... funciona!
  • E esta?
11. Tudo a postos! Nova tentativa e... voltou a não funcionar.
12. Avanço para o plano B... procurando manter o "estilo"!

Lamento não ter corrido melhor? Claro que sim. Mas o que poderia fazer mais?

Na verdade, estamos cada vez mais dependentes de computadores, internet, videoprojetores, energia, etc., o que aumenta a probabilidade de algo correr mal. Importa, por isso:
- Acionar o plano B
- Ativar o plano C, caso falhe o B
- manter o estilo!

segunda-feira, 18 de abril de 2016

E se não for boa ideia colocar marcas (bullet points) nos seus diapositivos?

A maior parte dos gurus das apresentações defende a NÃO utilização de marcas (bullet points) nos diapositivos de uma apresentação. Há até quem se refira à utilização de marcas como “Death by bullet points”.

Veja alguns exemplos de quem não defende (ou abomina!) a utilização de marcas:
  1. Bullet points can kill your presentation
  2. 10 ways to avoid death by bullet points
  3. Whats the subject and why it matters to you
  4. Bullets in presentations
  5. Bullets kill so do bullet points
  6. 8 rules for exceptional slide presentations
  7. Most presentations stink
  8. Fix your really bad poweerpoint 


Nancy Duarte, norte americana especialista em apresentações e autora de diversos livros, partilha desta ideia e oferece-nos esta imagem onde refere um dos problemas que as listas de marcas podem causar. Isto é, enquanto o apresentador se refere à primeira linha, os membros da audiência podem estar a ler os restantes pontos (na verdade, é algo que acontece com muito mais frequência do que pensamos). Este inconveniente poderá ser parcialmente resolvido se animar o conteúdo do diapositivo de forma a que exista uma adequada sintonia entre o que aparece na apresentação e o que o apresentador refere.


Na verdade, não sou tão fundamentalista quanto à NÃO utilização de marcas. Se as usarmos com critério, acredito, até, que de acordo com o tipo de apresentação que estamos a fazer, as marcas podem justificar-se. Por exemplo, enquanto sub pontos de uma ideia chave. Naturalmente que, de acordo com diversos autores, posso usar um diapositivo por cada marca e fica resolvido o problema. No entanto, a lista de pontos pode, na verdade, ajudar a sintetizar ideias, a dar unidade à informação que pretendemos transmitir, entre outras vantagens.

Reveja criticamente as suas apresentações. Se sentir que necessita de ajuda, contacte-nos!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O que vestir na próxima apresentação?


Quantas vezes pensou nesta questão? Provavelmente, de cada vez que teve que fazer uma apresentação? Comigo passa-se o mesmo.
Qual será a melhor indumentária para aquela apresentação?


Com esta pergunta em mente, decidi tornar explícitas as minhas dúvidas e apresentei-me de robe, no Workshop intitulado Técnicas de Apresentação. Sim, de robe. A surpresa entre os participantes foi grande. Muito grande, mas cedo perceberam a intenção.
Fiz-me acompanhar de três possíveis trajes e coloquei-os à votação. Na verdade, nenhuma opção foi unânime. Para se chegar a um consenso (sim, porque não queria continuar de robe a dinamizar o Workshop), foi preciso negociar. Feita a escolha, ergue-se uma mão a pedir a palavra. O que seria? Alguém que não estava de acordo… porque aquele eu tinha usado aquele casaco, cerca de seis meses antes, numa outra ação de formação!
Confesso que já nem eu me recordava e informo que o casaco era bem “normal”. Como seria possível que alguém se lembrasse da roupa que o formador usou numa sessão seis meses antes? Este facto, deixou a audiência pensativa, perplexa, até. Quase tanto como quando me viram chegar de robe!
No livro Apresentações Que Falam Por Si (pág. 74), refiro que “um aspeto essencial é que o comunicador se sinta bem com o vestuário que utiliza, que expresse a sua individualidade, adaptando-se o melhor possível ao contexto”. E recordo a história de uma vez que fui convidado para fazer uma apresentação num seminário. Terei sido descuidado ou, na altura, ainda pouco sensível a estas questões, e apresentei-me de fato e gravata quando todos os participantes, organização incluída, estava de fato de treino.
Senti-me deslocado, desenquadrado. Naturalmente que não iria de fato de treino, mas a gravata, pelo menos, tinha sido dispensável.
Alguns pontos de reflexão:mas sugestões:
1.      Perceba o contexto. Procure saber:
·        Onde decorre a apresentação?
·        Em que momento do dia?
·        O que acontecerá depois da apresentação? Jantar de gala? Outdoor?
·        Quem estará na audiência e que expectativas terão?
·        Qual é o “dress code”?
·        Que imagem quer passar?
2.      Adapte-se ao contexto, procurando sentir-se o mais confortável possível;
3.      Se usar adereços, escolha-os com cuidado. Não deixe que a gravata, os brincos ou o lenço se tornem o ponto mais comentado;
4.      Atenção ao calçado. Um soalho de madeira e sapatos de tacão podem ser a combinação perfeita para distrair a audiência.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Tutorial: Letras Sofisticadas, Apresentações Diferenciadas

Quer fazer imagens como estas?

Elaborámos um tutorial que o ajudará a criar imagens que destaquem um tema, tornem mais apelativa uma ideia, em suma, que diferenciem as suas apresentações.
Faça o donwnload do documento!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Como Preparar (parte de) uma Apresentação? – A história da GALP

 
  
Não lhe vou contar todo o processo, mas parte dele. Não que seja segredo, mas porque não é esse o propósito deste artigo.
Em 2012, fui convidado para fazer uma apresentação na GALP, no âmbito da iniciativa “Terça Temática” e da digressão solidária que fiz na sequência da edição do livro “Apresentações Que Falam Por Si”.
Assim que se fechou a data da apresentação, e como sempre me acontece, fui “assaltado” por algumas perguntas: como personalizar a minha apresentação? como dar-lhe um toque único? como fazer ambas com oportunidade e, se possível, com humor?
Com estas cogitações e desassossegos mentais, o regresso a casa era sempre mais rápido e interessante. Foi precisamente num desses regressos que me lembrei de fazer esta fotografia. Confesso que não obtive um SIM na primeira tentativa, mas obtive-o à segunda, num daqueles postos de abastecimento à “moda antiga”, onde nos atendem com alguma deferência. O Sr. Carlos Santos (em baixo) não só me emprestou o casaco como fez questão que usasse o boné!

Tinha a forte convicção que aquela fotografia iria resultar, que iria ter impacto na audiência e que arrancaria alguns sorrisos. Acertei!


quarta-feira, 30 de março de 2016

"Slide:ology - The art and science of creating great presentations"


Livro imperdível de Nancy Duarte, autora americana que tive o prazer de entrevistar para o livro Apresentar com Humor - Profissionalismo ou Insensatez?
Como refere Nancy Duarte, ao contrário das competências verbais, a expressão visual adequada não é fácil, natural, nem é ensinada nas escolas.
Este livro ajudará a pensar como um designer, a gerar novas ideias e a converter essas ideias em informação gráfica para produzir diapositivos que Falem Por Si!
Nancy Duarte oferece-lhe algumas páginas do livro (tal como a imagem seguinte). Carregue aqui!
Disponível na Amazon


sexta-feira, 25 de março de 2016

Leu a 2ª Edição da Newsletter Apresentações Que Falam Por Si?

2ª edição da Newsletter Apresentações Que Falam Por Si

Na edição de fevereiro, os temas abordados na Newsletter foram:

1. Preparar o Sucesso!
2. Prezi Awards 2015 
3. Conheça as 3 Vantagens de Utilizar “Semáforos” nas Suas Apresentações
4. Sugestões: Livro "The Presentation Secrets of Steve Jobs"
5. Nancy Duarte, Lutter King e Steve Jobs! O que haverá em comum?

6. 3D-Day “Dia da Defesa da Dissertação”
7. Livros Que Falam Por Si

Quer ler (ou voltar a ler) edições anteriores? #1 | #2 

A 3ª edição da Newsletter Apresentações Que Falam Por Si será enviada dia 28 de março!

quarta-feira, 23 de março de 2016

Humor será sinónimo de inteligência?


A utilização do humor será um sinal de inteligência?


A atriz Tina Fey acredita que sim. Eu também! Mas nem sempre foi assim. Basta recordar a conotação associada ao "bobo da corte" ou, por exemplo, ao ditado "muito riso, pouco siso".

No entanto, diferentes autores defendem que:

"O sentido de humor varia de pessoa para pessoa e altera-se de acordo com a respetiva disposição, personalidade, nível de atenção a uma situação e à inteligência" (Jose, Parreira, Thorson, & Allwardt, 2007).

Considerando que a compreensão de uma piada, de uma anedota está associada à capacidade de resolver uma determinada incongruência. Segundo Vrticka, Black, Neely, Shelly & Reiss (2013) a deteção e resolução de uma incongruência está associada à componente cognitiva do humor enquanto o sentimento positivo de "brincadeira ou recompensa" está associado à componente emocional do humor. Os autores referem ainda que apesar de ainda não existir dados da ressonância magnético funcional que expliquem a ligação entre a inteligência (IQ) e o processamento do humor, estudos comportamentais mostram que níveis mais altos de IQ estão associados à capacidade de melhor detetar e resolver incongruências (componente cognitiva do humor).



terça-feira, 15 de março de 2016

Onde encontrar músicas para o seu projeto?

Precisa de uma música para integrar na sua apresentação, numa animação ou num vídeo que está a fazer? Este site pode ser uma boa opção.

terça-feira, 8 de março de 2016

5 fatores para garantir o sucesso da sua Apresentação em Público


"A chave do sucesso de uma apresentação está sem dúvida no planeamento. A preparação das apresentações é fundamental para, como sempre digo, aumentar a probabilidade de se ter sucesso. Não existindo apresentações perfeitas, importa querer lá chegar.

Tal como no desporto de alta competição, em que não há campeões sem método, sem determinação, sem trabalho, sem sofrimento, sem procurar o detalhe, sem prática, as apresentações requerem estratégias idênticas.”

Leia mais em eduke.me

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Na próxima apresentação, quer prender a atenção de quem o ouve?

Não é segredo nenhum que o discurso, especialmente durante uma apresentação, deve ser adaptado ao público a que é dirigido. Diferentes audiências requerem diferentes abordagens e o orador que ignorar este facto dificilmente terá resultados que falem por si.
            Tyler DeWitt é professor de várias disciplinas do ensino secundário, tanto nos Estados Unidos da América como na Coreia do Sul. Nesta Ted Talk, DeWitt fala, precisamente, sobre a forma como os conteúdos das suas disciplinas são apresentados aos alunos nos manuais escolares.

            É verdade que há limites para a adaptação do discurso, mas o que este professor quer dar a entender é que, desde que o conteúdo central não se perca, o orador deve estar à vontade para fazer as alterações que achar necessárias para prender a atenção e o interesse do público. Não aprenderão mais, os alunos, por exemplo, assim, do que se estiverem desatentos e a conversar com o colega do lado ou a olhar para o smartphone atrás do estojo? Deixo-o/a tirar as suas próprias conclusões.
            Outro professor de química, Ramsey Musallam, vai ao encontro do anterior com a sua própria Ted Talk. Através de uma experiência próxima da morte, Musallam apercebe-se de que estava a utilizar a abordagem errada para os seus alunos e que, para as suas aulas falarem por si, teria que cativar o interesse destes e a sua curiosidade.



André Moura

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Quer aprender a fazer Infografias?

Infoquê? Infografias.... estão cada vez mais na moda por serem uma excelente forma de comunicar.

O "coursera" disponibiliza-lhe um curso gratuito (se não desejar diploma).  Saiba mais...



Esta infografia é relativa ao número de apresentações que, em 2014, se faziam por segundo. Ler mais...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

1ª edição da Newsletter Apresentações Que Falam Por Si

Na edição de lançamento, os temas abordados na Newsletter foram:

1. Sim! Ou a Importância de fazer uma apresentação!
2. Evidências Científicas: Convidar ou não convidar amigos e familiares?
3. Sugestões Práticas para Si: Centrar ou Não Centrar o Título de uma Apresentação?
4. TED Talk a Pensar em Si. Combinação improvável ou admirável?
5. Acontecimentos: Lançamento do livro Apresentações Que Falam Por Si!
6. Livros Que Falam Por Si

Quer ler (ou voltar a ler) a primeida edição? Carregue Aqui!

A 2ª edição da Newsletter Apresentações Que Falam Por Si foi enviada hoje para todos os subscritores!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Elasticidade Emocional em Contexto de Aprendizagem

Webinar gratuito a não perder! Conteúdos importantes (da auto perceção à empatia, superação de frustrações, relações positivas e equilíbrio interior) para o formador, para os formandos e para a gestão da relação!
http://www.forma-te.com/em-foco/elasticidade-emocional-em-contexto-de-aprendizagem

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Conheça as 3 Vantagens de Utilizar “Semáforos” nas Suas Apresentações

Todo o apresentador deve ter como objetivo "prender" o público com a sua apresentação!

Uma das formas de agarrar o público passa por facilitar o processo de seleção da informação relevante, conduzindo a sua atenção. E nada melhor do que utilizar a técnica da sinalização colorida!

A técnica da sinalização colorida consiste em alterar a cor de um elemento, presente numa apresentação, quando este é mencionado verbalmente. Deste modo, orienta o público para onde deve olhar, quando deve parar e quando deve avançar.

Esta é uma técnica muito utilizada para conduzir a atenção durante a apresentação de diagramas, como se exemplifica nas imagens seguintes.

Diagrama exemplificativo - 
Fonte: Raymond Quivy (1998) Manual de Investigação em Ciências Sociais. Gradiva.

E acarreta 3 Vantagens, como comprovou o investigador Eric Jamet (2014):
1. Limita a quantidade de tempo gasto em outras áreas do diagrama que não são relevantes para o que está a dizer no momento.
2. Permite uma maior sincronia entre a informação visual (diagrama) e a informação auditiva (voz do apresentador).
3. Melhora a retenção dos conteúdos da apresentação.

Ficou com vontade de utilizar esta técnica nas suas apresentações? Se sim, conte-nos o que achou?

Marta Luís Pereira

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

2015 Prezi Awards

O Prezi é um software online que permite fazer apresentações e que se tem revelado uma alternativa a outros programas de elaboração de apresentações.

Anualmente, os Prezi Awards premeiam as melhores apresentações efetuadas em Prezi  nas categorias "Design Geral", "Negócios", "Educação", "Zoom", "Design Reutilizável" e "Escolha do Público".


O blog Aragão e Pina dá os parabéns aos vencedores de 2015 e convida-o a conhecer o trabalho realizado e a inspirar-se!

Agora já tem um incentivo adicional para criar Apresentações Que Falam Por Si em Prezi
Se precisar de ajuda, deixamos-lhe duas sugestões:

1. O livro "Como Fazer Apresentações em 10 Etapas" tem um tutorial que lhe pode ser útil  para criar os seus Prezis;

2. Teremos todo o gosto em ajudá-lo a construir uma apresentação impactante e profissional. Contacte-nos!

Marta Luís Pereira


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Como ficar calmo quando sabe que vai estar em stress?

Stress...um estado comum em várias situações mas não devemos permitir que nos tolde o discernimento, sobretudo quando estamos a falar em público.
Será que podemos evitar o stress? Será que o podemos prevenir? Veja o vídeo...
PS: "post" escrito em conjunto com Uma Filha Que Fala Por Si :-)

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Apresentações porque SIM!

A primeira edição da Newsletter Apresentações Que Falam Por Si já chegou aos subscritores. O vídeo de abertura refere-se à Importância de uma Apresentação. Cá está ele...

Para subscrever a Newsletter carregue em http://newsletter.aragaopina.com/w/4e6etvxeaJr05vCoDef4fc5f44e!uid

domingo, 24 de janeiro de 2016

Newsletter Apresentações Que Falam Por Si - Subscreva



Considerando o apelo de alguns leitores, formandos e amigos, bem como o meu desejo de continuar a partilhar informação pertinente sobre apresentações, decidi criar a Newsletter Apresentações Que Falam Por Si!... para Si!

E para quê? 3 razões entre muitas outras:

1. Para o ajudar a melhorar as suas apresentações. Sabemos que hoje em dia é uma competência importante.

2. Para lhe poupar tempo. Selecionamos informação interessante e útil.

3. Para estar perto de si. Além do facebook, do blogue, do site, quero estar mais perto de si para, em conjunto, sermos melhores apresentadores!
Subscreva a nossa newsletter e receba regularmente as nossas sugestões, notícias e ofertas especiais. A inscrição é gratuita. Carregue em http://newsletter.aragaopina.com/w/4e6etvxeaJr05vCoDef4fc5f44e!uid

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Sabe o que é Design Thinking?


Sabe o que é Design Thinking? E como aplicar metodologias de Design Thinking no âmbito da formação? Veja o vídeo disponibilizado pelo forma-te (http://www.forma-te.com/)


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Importância competências de comunicação

Há mais quem defenda a importância competências de comunicação... Entretanto, note como é interessante esta forma de comunicar através de infografias...


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Feliz 2016 mas...

Faço votos de que tenha um 2016 muito feliz mas, para isso, talvez fosse bom ver este vídeo...